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Fonte: Info
Qual é o melhor antivírus pago do mercado?
Todo mundo, na hora de pagar por uma solução de segurança para o PC, se pergunta: qual é o melhor antivírus para proteger o computador das pragas virtuais?
O INFOlab, então, resolveu ajudar o leitores e avaliou sete populares pacotes Internet Security (suítes que incluem proteção contra vírus comum e ataques originados da web). São eles: Norton Internet Security 2011, Kaspersky Internet Security 2011, BitDefender Internet Security 2011, Trend Micro Titanium, McAfee, Panda Internet Security 2011 e Eset Internet Security 4.
No teste, os pacotes enfrentaram um time de cerca de sete mil vírus, entre novos e antigos, e todos eles muito populares na internet brasileira. E todos eles foram submetidos a testes de proteção contra phishing e, ainda, de desempenho. A usabilidade e a interface não ficaram de fora e também foram avaliadas – afinal, se o antivírus é difícil de usar, o usuário pode comprometer a segurança do PC.
Antes de partimos para os resultados, é bom saber:
- Os pacotes foram testados em máquinas virtuais com Windows 7 Ultimate 64 bits totalmente atualizado, instalado em um PC com as seguintes configurações: Intel Core Quad Q6600 2,4 0500GHz, 4 GB DDR3 1333 MHz, 1 HD 250GB.
- Todos os pacotes, antes de enfrentarem os vírus, foram atualizados, assim como a base de proteção.
- Os programas foram submetidos aos testes da EICAR e da SpyCar. O primeiro avalia o desempenho do Internet Security contra um pacote de malware. Já o segundo põe o software contra spyware.
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04/07/2011
Fonte: Tvi24
Hackers quebram segurança da Apple
O mundo digital está em alerta com mais um ataque a um gigante da tecnologia. Depois da Sony e da Nintendo, desta vez o alvo foi a Apple. O grupo AnonymousIRC anunciou no domingo ter conseguido violar a segurança da multinacional liderada por Steve Jobs. Para provar o ataque, o grupo de hackers publicou online 27 nomes de utilizadores internos da Apple, mais as respectivas «passwords» de acesso a um dos servidores da empresa.Os dados foram partilhados no pastebin e publicitados via Twitter: «A Apple poderia ser um alvo também. Mas não se preocupem, estamos ocupados com outras coisas». É um aviso do Anonymous, que estará a trabalhar com elementos do Lulz Security, outro grupo de hackers, dissolvido na semana passada. O ataque foi de início relatado pelo «The Hacker News», mas vários meios de comunicação norte-americanos divulgaram a notícia no domingo, incluindo o «The New York Times».
Os dados dos clientes da Apple não foram comprometidos, já que a acção divulga uma quantidade ínfima de informação da empresa. O servidor em causa é utilizado para pesquisas online. O propósito dos «hackers» era apenas dar conta da possibilidade de a Apple ser atacada no futuro, no âmbito do movimento AntiSecurity. Esse é, aliás, objectivo do movimento: denunciar as vulnerabilidades de sites de instituições públicas e de várias empresas. O mesmo grupo tinha já conseguido forçar a entrada no site do Senado norte-americano e num site associado ao FBI.
A Apple ainda não confirmou o alegado roubo de informação. É que a quebra da segurança pode afectar a imagem da empresa, sobretudo numa altura em que se prepara para alargar os serviços de «cloud computing» com o lançamento do «iCloud» até ao final do ano.
Leia da FONTE
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04/07/2011
Fonte: Info
Saiba o momento certo para mudar de emprego
O cenário está propício para quem deseja mudar de emprego. Há vagas disponíveis em diversos setores e empresas dispostas a pagar salários mais altos para ficar com o funcionário que desejam. Mas a facilidade de trocar de trabalho é uma arma para ser usada com moderação.
Em muitos casos, rodar demais em busca de pequenos aumentos salariais pode levar a um desgaste da imagem do profissional.Antes de aceitar um convite de trabalho é preciso entender se já está mesmo na hora da mudança ou se você está abandonando um projeto antes de concluí-lo apenas por uma grana a mais. Sair antes da hora pode parecer uma conduta sem maiores consequências diante de uma boa proposta. Mas, no futuro, na hora de provar sua experiência — o maior bem de um profissional —, a ausência de realizações pode ter peso negativo.
“Mudar apenas por ambicionar postos mais altos dá a impressão de que a pessoa não tem capacidade de se manter no cargo por muito tempo”, diz Marcelo Arantes, vice-presidente de RH da Braskem, do setor petroquímico.
Nos últimos cinco anos, a engenheira agrônoma Mariana Godoy, de 29 anos, analista de mercado da FMC, empresa de defensivos agrícolas, trocou quatro vezes de emprego e duas de cidade. Tantas mudanças fizeram com que sentisse na pele o preço de suas escolhas. “Há algum tempo passei por um processo de seleção e, na etapa final, ouvi do presidente que ele não poderia me escolher porque tinha dúvidas se eu estaria lá no dia seguinte”, lembra.
Em todos os casos, Mariana pediu demissão por sentir que estava estagnada. Ao perceber que não tinha mais como crescer, procurava um novo emprego. “Sempre soube quando meu ciclo havia se encerrado”, diz.
Para ela, essa vasta experiência permitiu adquirir um enorme aprendizado. No entanto, tem consciência de que fazer seguidas movimentações pesou de forma negativa no currículo. Muitos funcionários, ao sentir insatisfação no trabalho, não hesitam em largar tudo e ir embora. Alguns enxergam, inclusive, a chance de conseguir um salário maior.
“Essa manobra é um erro estratégico”, diz o consultor Rafael Souto, da Produtive, que assessora profissionais e empresas em fase de transição, de São Paulo. “As propostas de emprego têm sido bem atraentes, mas é preciso ter cuidado nas trocas oportunistas.”
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03/07/2011
Hackers e Crackers
Fonte: Info Escola
Esses termos são comuns na área de informática, mas geram bastante confusão. Muita gente acha que hacker (a palavra hack foi criada na década de 50 para descrever modificações inteligentes em relés eletrônicos) e cracker (cracking = quebra) significam a mesma coisa. Na verdade, o termo hacker significa alguém que muda alguns programas através de técnicas simples e inteligentes com intuito de melhorar esses programas. Normalmente o hacker é uma pessoa do lado bom enquanto que o cracker é uma pessoa sem ética ou escrúpulos.
Os hackers e crackers são pessoas inteligentes, porém, enquanto os hackers usam sua inteligência para o bem, os crackers a usam para o mal.Existem diversos relatos de sites que são invadidos diariamente pelos crackers. Na maioria das vezes quando um site é invadido, são colocadas mensagens ofensivas (muitas vezes relativas à política) nesses sites com “assinaturas” do cracker que invadiu o sistema. O pentágono e o FBI nos Estados Unidos já foram invadidos por crackers diversas vezes. Os prejuízos são incalculáveis. Ao se invadir um site, o cracker assume um determinado nível de controle desse site que pode ser parcial ou total. Se a invasão for total, com certeza o prejuízo será muito maior.
Muitos hackers são contratados por sites para que descubram vulnerabilidades que crackers poderão utilizar para invadir esses sites. Nesse caso, o hacker está realizando uma boa ação pois está ajudando o site a se tornar mais seguro.
Muitos crackers se tornam hackers após serem pegos e punidos. Ir para o “lado claro da força” na maioria das vezes, é mais compensador.
Mas o que os crackers ganham ao invadir sites e prejudicar a vida de muita gente?
Os crackers ganham poder, fama e dinheiro. Ao roubar contas bancárias, números de cartão de crédito, informações confidenciais, projetos secretos, projetos de produtos que serão lançados no mercado, dados pessoais e outras informações valiosas, o cracker assume o poder e começa a subornar as vítimas, pedindo dinheiro em troca dessas valiosas informações roubadas.
Por ter um conhecimento computacional enorme, fica difícil apanhar esses crackers pois eles vão se superando a cada dia.
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03/07/2011
Os hackers que desafiaram o mundo
Fonte: Info
O movimento de invadir sites já foi visto similarmente durante a década de 1990, quando programadores como Kevin Mitnick e Kevin Poulsen atacaram páginas de operadoras de celular, listas telefônicas e empresas de comunicação a fim de mostrar falhas nos sistemas de segurança. Ambos, acabaram presos e condenados nos Estados Unidos.Porém, diferentemente dos crackers, que têm como objetivo roubar dados para praticar golpes, hackers como os que integram o internacional Anonymous e o brasileiro LulzSec afirmam utilizar seus conhecimentos para revelar informações de interesse público a todos e chamar atenção para causas como transparência na web e direito à livre circulação de conteúdo, por exemplo.
Com isso, agregaram novos termos como “cyberativismo” e “hacktivismo” ao vocabulário popular e ganharam simpatia de parte da comunidade de usuários da web por desafiar companhias e governos.
Em seus ataques recentes, os hackers costumam utilizar a técnica de negação de serviço, chamada de DDoS, que consiste em realizar grandes quantidades de acessos simultâneos a uma determinada página web por meio de redes zumbis, fazendo com que o site fique sobrecarregado e consequentemente saia do ar.
Foi o que aconteceu recentemente com as páginas do governo federal brasileiro, como os sites da Presidência da República e da Petrobras, que chegaram a receber mais de dois bilhões de acessos simultâneos e ficaram fora do ar por algumas horas.
Embora exista um discurso político por trás de suas ações, os hackers também admitiram realizar boa parte de seus ataques por mera diversão, como já afirmou o grupo LulzSec, que exibe slogans como “líderes mundiais em entretenimento de qualidade”.
Além do DDoS, uma técnica eficaz para disparar ataques é a injeção de códigos SQL em sites e redes seguras. Este método foi utilizado, por exemplo, nos ataques contra a Sony Pictures, PBS e HBGary Federal.
A técnica permite que o cracker insira um código em formulários na internet (como aqueles que pedem dados sensíveis do usuário) e, então, obtenha acesso a um grande banco de dados.
Em comum, esses grupos alegam não ter lideranças e agirem de forma anárquica, utilizando apenas fóruns online como IRC e 4chan para se comunicar e organizar ações.
Anonymous - O grupo Anonymous existe desde 2003, quando utilizava a internet apenas para discutir ideias - dentro de fóruns como o 4chan e de redes sociais como o Twitter - e organizar protestos de rua. Desde sua origem, utilizam máscaras do personagem de quadrinhos V para manter seu anonimato.
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24/06/2011
Polícia investiga ataques a sites do governo
Fonte: Info
Na manhã de hoje, o site do Ministério da Cultura ficou fora do ar possivelmente por uma tentativa de ataque de hackers. Segundo a assessoria de imprensa do órgão, foi detectada uma sobrecarga de acesso, causada por apenas um IP, que é a identidade do computador, que parecia querer derrubar o servidor do ministério.“Segundo a equipe técnica, é possível que hackers tenham tentado derrubar o sistema sim, mas isso não ficou comprovado”, diz a nota do órgão. O ministério informou que a ameaça foi detectada e logo neutralizada, e que o site está funcionando normalmente.
No início da tarde, o site da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) também ficou fora do ar, por cerca de 20 minutos, impossibilitando o acesso a informações de pousos e decolagens nos aeroportos do país. Mas, segundo a assessoria de imprensa da estatal, o portal foi retirado do para manutenção preventiva, visando ao reforço da segurança.
Mais cedo, o site do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) foi atacado por hackers que deixaram uma mensagem na página. O site foi retirado do ar para manutenção. Na madrugada da quarta-feira, os sites da Presidência da República, da Receita Federal e do Portal Brasil também foram atacados.
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21/06/2011
Firefox 5 já está disponível para os usuários
Fonte: Olhar digital
Três meses após o lançamento da versão 4, a Mozilla disponibilizou para download o Firefox 5, tanto para computadores pessoais quanto para smartphones Android. Mesmo com lançamento anunciado para hoje (21/06), o arquivo surgiu no FTP da empresa no final da semana.
A organização, que vem perdendo usuários para o Chrome, do Google, decidiu copiar a estratégia da concorrente: a partir de agora, deve lançar suas versões em intervalos curtos de tempo. A promessa é que uma nova versão será lançada a cada 3 meses. "O mundo da internet é cada vez mais rápido. Por isso, percebemos que nossas inovações também precisam ser mostradas ao mundo o mais rápido possível", disse o CEO da Mozilla, Gary Kovacs, na entrevista coletiva online de lançamento do produto.
Com relação à versão 4, não foram implementadas grandes mudanças no visual, mas o acesso ao bloqueio de propagandas e spams está mais fácil. Para desenvolvedores, o suporte a animações por CSS deve possibilitar a criação de sites mais dinâmicos. E na versão para Android, muitas funcionalidades que só existiam na versão online foram incorporadas.
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Baixe aqui a versão 5.0 do Mozilla Firefox.
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“Lulzsec” e “Anonymous” declaram guerra contra todos os governos:
Lulzsec e Anonymous (dois grandes grupos hackers que atacaram servidores da Sony e governos) declararam guerra contra todos os governos, bancos e grandes corporações no mundo. Eles estão chamando todos os hackers no mundo para se unirem. O objetivo é expor completamente toda a corrupção e segredos sombrios:
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“Saudações Lulz Lizards,
Como bem sabemos, o governo e os terroristas de segurança whitehat em todo o mundo continuam a dominar e controlar nosso oceano de internet. Sentados confortavelmente em seus portos, eles acham que é aceitável condicionar e escravizar todas as embarcações à vista. Nossa frota de batalha Lulz Lizard declara guerra imediata e incessante aos seqüestradores de liberdade de 2011.
Bem-vindos à operação Anti-Segurança (#AntiSec) - nós incentivamos qualquer navio, grande ou pequeno, a abrir fogo contra qualquer governo ou agência que cruze seu caminho. Nós endossamos a ostentação da palavra "AntiSec" para deformar qualquer site governamental ou então arte física em grafiti. Nós o encorajamos a espalhar a palavra AntiSec por aí para que seja lembrada. Para aumentar os esforços, estamos com parceria com o grupo Anonymous e todos os navios de guerra afiliados.
Quer você esteja navegando com ou contra nós, quer você guarde algum rancor do passado ou um desejo ardente para afundar nosso navio solitário, nós o convidamos para se juntar à rebelião. Juntos podemos nos defender para que nossa privacidade não seja invadida por glutões aproveitadores. Seu chapéu pode ser branco, cinza ou preto, sua pele e raça não importam. Se você está ciente da corrupção, exponha-a agora, em nome da Anti-segurança.
A prioridade número um é roubar e vazar qualquer informação confidencial do governo, incluindo correntes de emails e documentações. Os alvos principais são bancos e outros estabelecimentos de alto escalão. Se eles tentarem censurar nosso progresso, nós iremos destruir o censor com bombas de canhão ungidas com sangue de lagarto (em referência aos autodenominados Lulz Lizards).
É agora ou nunca. Suba a bordo, estamos lhe esperando...
A história começa hoje.
Segurança Lulz.”
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Isso não vai acabar bem. Ou talvez acabe bem. Poderia esse movimento mudar o mundo para melhor? Como o crescente descontentamento mundial contra estabelecimentos políticos e financeiros, eu imagino se esse poderia ser muito bem o início do nosso “maio de 1968”. Essa foi a época em que a geração jovem da França levantou-se contra o governo para exigir uma mudança muito necessária.
Abrir os cofres dos segredos negros e expor a corrupção em todos os lugares certamente ajudaria na direção desse objetivo: mudança de verdade. Talvez este seja apenas o começo de uma revolução silenciosa que fará do mundo um lugar melhor. Talvez tornar essa informação pública seja fundamental para acordar todo o mundo.
Dito isto, expor e-emails e informações privadas de pessoas normais ou afundar navios que são neutros nessa batalha não irá ajudar nossa causa. Isso não é bom e não irá ajudar ninguém.
Mas descobrir os erros dos estados e das instituições econômicas? Estou dentro.
Tradução por: Jéssica Moreira (@jesss__)
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20/06/2011
Qual o peso do diploma nas carreiras de TI?
Fonte: Info
SÃO PAULO - Experiência e um bom pacote de certificações substituem a graduação? Nas grandes empresas, não. Mas se a ideia é empreender, o canudo pode não fazer falta.O que Bill Gates, Steve Jobs, Michael Dell e Mark Zuckerberg têm em comum, além de serem empreendedores bem-sucedidos e milionários? Os quatro ícones da tecnologia tinham pressa e não concluíram seus cursos universitários. Com uma boa ideia na cabeça e muita disposição, eles fizeram uma opção arriscada e se deram bem, muito bem. Mas será que hoje o mercado aceita profissionais que não têm um canudo de graduação? A resposta para essa pergunta passa por duas variáveis: a área escolhida e as ambições do profissional. Se a intenção é trabalhar numa grande empresa ou banco e ainda combinar tecnologia com negócios, o diploma conta, sim, e muito. Se, por outro lado, a opção for montar um negócio próprio ou trabalhar em empresas pequenas e médias, experiência de mercado e um bom conjunto de certificações podem ser mais do que suficientes.
Leia da fonte
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As 11 áreas mais valorizadas de TI – e seus salários
Fonte:Veja
A crescente informatização das mais diversas atividades transforma a tecnologia da informação – ou TI, no jargão profissional – em uma área cada vez mais relevante economicamente. A expansão levou à especialização e, atualmente, é possível encontrar várias subáreas de TI dedicadas a tarefas específicas – e que demandam profissionais com conhecimentos igualmente aprofundados. Confira a seguir as principais divisões do setor e os respectivos salários médios pagos a novatos e a profissionais que atingem o topo da carreira, segundo levantamento da Catho Online, site que reúne e tabula ofertas de empregos e currículos. Deve-se levar em conta que o valor dos vencimentos varia de acordo com o porte da empresa e sua localização geográfica – companhias do Sudeste costumam pagar mais.
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Nunca é tarde. ;)
FONTE: G1
Americano que abandonou faculdade em 1932 se forma aos 99
Leo Plass deixou curso a menos de um semestre de se formar professor.
Segundo ele, salário de US$ 80 durante a Grande Depressão o fez desistir.
(Foto: Reprodução)
Leo Plass, da cidade de Redmond, se formou há poucos dias na Eastern Oregon University, em La Grande.
Segundo o novo graduado, ele abandonou a universidade a menos de um semestre de ser graduado e iniciar a carreira como professor numa escola do Oregon.
No entanto, ele disse, era a época da Grande Depressão nos Estados Unidos e o salário de professor de US$ 80 por mês não iria sustentá-lo. Foi quando um amigo ofereceu uma vaga para trabalhar como marceneiro a US$ 150 por mês.
"Ele me ofereceu US$ 150 e era a Grande Depressão. Era muito dinheiro, muito dinheiro", disse Plass à emissora KTVZ.
Link da fonte.
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16/06/2011
Você sabe o que é IpV6?
De acordo com o site ipv6.br "O IPv6 é a nova geração do Protocolo Internet." Ou seja, em breve todos nós vamos migrar para esse novo protocolo.Vou postar aqui um breve resumo de tudo que é o ipv6 no queconsiste e alguns exemplos e comparações. Os links das fontes e as fontes.
IPv6
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
IPv6 é a versão mais atual do protocolo IP. Sua criação é fruto do esforço do IETF para criar a "nova geração do IP" (IPng: Internet Protocol next generation), cujas linhas mestras foram descritas por Scott Bradner e Allison Marken, em 1994, na RFC 1752.[1] Sua principal especificação encontra-se na RFC 2460.[2]
O protocolo está sendo implantado gradativamente na Internet e deve funcionar lado a lado com o IPv4, numa situação tecnicamente chamada de "pilha dupla" ou "dual stack", por algum tempo. A longo prazo, o IPv6 tem como objetivo substituir o IPv4, que só suporta cerca de 4 bilhões (4x109) de endereços IP, contra cerca de 3,4x1038 endereços do novo protocolo. A previsão atual para a exaustão de todos os endereços IPv4 livres para atribuição a operadores é de Julho de 2011,[3] o que significa que a implantação do IPv6 é inevitável num futuro bastante próximo.
O assunto é tão relevante que alguns governos têm apoiado essa implantação. O governo dos Estados Unidos, por exemplo, em 2005, determinou que todas as suas agências federais deveriam provar ser capazes de operar com o protocolo IPv6 até junho de 2008. Em julho de 2008, foi liberada uma nova revisão[4] das recomendações para adoção do IPv6 nas agências federais, estabelecendo a data de julho de 2010 para garantia do suporte ao IPv6. O governo brasileiro recomenda a adoção do protocolo no documento e-PING, dos Padrões de Interoperabilidade de Governo Eletrônico.
Motivações para a implantação do IPv6
O esgotamento do IPv4 e a necessidade de mais endereços na Internet
O principal motivo para a implantação do IPv6 na Internet é a necessidade de mais endereços, porque os endereços livres IPv4 acabaram.
Para entender as razões desse esgotamento, é importante considerar que a Internet não foi projetada para uso comercial. No início da década de 1980, ela poderia ser considerada uma rede predominantemente acadêmica, com poucas centenas de computadores interligados. Apesar disso, pode-se dizer que o espaço de endereçamento do IP versão 4, de 32 bits, não é pequeno: 4.294.967.296 endereços.
Ainda assim, já no início de sua utilização comercial, em 1993, acreditava-se que o espaço de endereçamento da Internet poderia se esgotar num prazo de 2 ou 3 anos. Isso não ocorreu por conta da quantidade de endereços, mas sim por conta da política de alocação inicial, que não foi favorável a uma utilização racional desses recursos. Dividiu-se esse espaço em 3 classes, a saber:
- Classe A: com 128 segmentos, que poderiam ser atribuídos individualmente às entidades que deles necessitassem, com aproximadamente 16 milhões de endereços cada. Essa classe era classificada como /8, pois os primeiros 8 bits representavam a rede, ou segmento, enquanto os demais poderiam ser usados livremente. Ela utilizava o espaço compreendido entre os endereços 00000000.*.*.* (0.*.*.*) e 01111111.*.*.* (127.*.*.*).
- Classe B: com aproximadamente 16 mil segmentos de 64 mil endereços cada. Essa classe era classificada como /16. Ela utilizava o espaço compreendido entre os endereços 10000000.0000000.*.* (128.0.*.*) e 10111111.11111111.*.* (191.255.*.*).
- Classe C: com aproximadamente 2 milhões de segmentos de 256 endereços cada. Essa classe era classificada como /24. Ela utilizava o espaço compreendido entre os endereços 11000000.0000000.00000000.* (192.0.0.*) e 11011111.11111111.11111111.* (213.255.255.*).
Os 32 blocos /8 restantes foram reservados para Multicast e para a IANA.
O espaço reservado para a classe A atenderia a apenas 128 entidades, no entanto, ocupava metade dos endereços disponíveis. Não obstante, empresas e entidades como HP, GE, DEC, MIT, DISA, Apple, AT&T, IBM, USPS, dentre outras, receberam alocações desse tipo.
As previsões iniciais, no entanto, de esgotamento quase imediato dos recursos, não se concretizaram devido ao desenvolvimento de uma série de tecnologias, que funcionaram como uma solução paliativa para o problema trazido com o crescimento acelerado:
- O CIDR (Classless Inter Domain Routing), ou roteamento sem uso de classes, que é descrito pela RFC 1519. Com o CIDR foi abolido o esquema de classes, permitindo atribuir blocos de endereços com tamanho arbitrário, conforme a necessidade, trazendo um uso mais racional para o espaço.
- O uso do NAT e da RFC 1918, que especifica os endereços privados, não válidos na Internet, nas redes corporativas. O NAT permite que com um endereço válido apenas, toda uma rede baseada em endereços privados, tenha conexão, embora limitada, com a Internet.
- O DHCP (Dynamic Host Configuration Protocol), descrito pela RFC 2131. Esse protocolo trouxe a possibilidade aos provedores de reutilizarem endereços Internet fornecidos a seus clientes para conexões não permanentes.
O conjunto dessas tecnologias reduziu a demanda por novos números IP, de forma que o esgotamento previsto para a década de 1990, ainda não ocorreu. No entanto, as previsões atuais indicam que o esgotamento no IANA, que é a entidade que controla mundialmente esse recurso, ocorrerá até 2011, e nos Registros Regionais ou Locais, como o LACNIC, que controla os números IP para a América Latina e Caribe, ou o NIC.br, que controla os recursos para o Brasil, 1 ou 2 anos depois.
[editar] Outros fatores motivantes
O principal fator que impulsiona a implantação do IPv6 é a necessidade. Ele é necessário na infraestrutura da Internet. É uma questão de continuidade de negócios, para provedores e uma série de outras empresas e instituições.
Contudo, há outros fatores que motivam sua implantação:
- Internet das coisas: Imagina-se um futuro onde a computação será ubiqua e pervasiva... A tecnologia estará presente em vários dispositivos hoje não inteligentes, que serão capazes de interagir autonomamente entre si - computadores invisíveis interligados à Internet, embutidos nos objetos usados no dia a dia - tornando a vida um pouco mais simples. Pode-se imaginar eletrodomésticos conectados, automóveis, edifícios inteligentes, equipamentos de monitoramento médico, etc. Dezenas, talvez mesmo centenas ou milhares de equipamentos estarão conectados em cada residência e escritório... O IPv6, com endereços abundantes, fixos, válidos, é necessário para fazer desse futuro uma realidade.
- Expansão das redes: Vários fatores motivam uma expansão cada vez mais acelerada da Internet: a inclusão digital, as redes 3G, etc. São necessários mais IPs.
- Qualidade de serviço: A convergência das redes de telecomunicações futuras para a camada de rede comum, o IPv6, favorecerá o amadurecimento de serviços hoje incipientes, como VoIP, streaming de vídeo em tempo real, etc, e fará aparecerem outros, novos. O IPv6 tem um suporte melhorado a classes de serviço diferenciadas, em função das exigências e prioridades do serviço em causa.
- Mobilidade: A mobilidade está a tornar-se um factor muito importante na sociedade de hoje em dia. O IPv6 suporta a mobilidade dos utilizadores, estes poderão ser contactados em qualquer rede através do seu endereço IPv6 de origem.
Novidades nas especificações do IPv6
- Espaço de Endereçamento. Os endereços IPv6 têm um tamanho de 128 bits.
- Autoconfiguração de endereço. Suporte para atribuição automática de endereços numa rede IPv6, podendo ser omitido o servidor de DHCP a que estamos habituados no IPv4.
- Endereçamento hierárquico. Simplifica as tabelas de encaminhamento dos roteadores da rede, diminuindo assim a carga de processamento dos mesmos.
- Formato do cabeçalho. Totalmente remodelados em relação ao IPv4.
- Cabeçalhos de extensão. Opção para guardar informação adicional.
- Suporte a qualidade diferenciada. Aplicações de áudio e vídeo passam a estabelecer conexões apropriadas tendo em conta as suas exigências em termos de qualidade de serviço (QoS).
- Capacidade de extensão. Permite adicionar novas especificações de forma simples.
- Encriptação. Diversas extensões no IPv6 permitem, à partida, o suporte para opções de segurança como autenticação, integridade e confidencialidade dos dados.
Formato do datagrama IPv6
Um datagrama IPv6 é constituído por um cabeçalho base, ilustrado na figura que se segue, seguido de zero ou mais cabeçalhos de extensão, seguidos depois pelo bloco de dados.
Formato do cabeçalho base do datagrama IPv6:
- Tem menos informação que o cabeçalho do IPv4. Por exemplo, o checksum será removido do cabeçalho, que nesta versão considera-se que o controle de erros das camadas inferiores é confiável.
- O campo Traffic Class é usado para assinalar a classe de serviço a que o pacote pertence, permitindo assim dar diferentes tratamentos a pacotes provenientes de aplicações com exigências distintas. Este campo serve de base para o funcionamento do mecanismo de qualidade de serviço (QoS) na rede.
- O campo Flow Label é usado com novas aplicações que necessitem de bom desempenho. Permite associar datagramas que fazem parte da comunicação entre duas aplicações. Usados para enviar datagramas ao longo de um caminho pré-definido.
- O campo Payload Length representa, como o nome indica, o volume de dados em bytes que pacote transporta.
- O campo Next Header aponta para o primeiro header de extensão. Usado para especificar o tipo de informação que está a seguir ao cabeçalho corrente.
- O campo Hop Limit tem o número de hops transmitidos antes de descartar o datagrama, ou seja, este campo indica o número máximo de saltos (passagem por encaminhadores) que o datagrama pode dar, antes de ser descartado, semelhante ao TTL do IPv4.
Fragmentação e determinação do percurso
No IPv6 o responsável pela fragmentação é o host que envia o datagrama, e não os roteadores intermédios como no caso do IPv4. No IPv6, os roteadores intermédios descartam os datagramas maiores que o MTU da rede. O MTU será o MTU máximo suportado pelas diferentes redes entre a origem e o destino. Para isso o host envia pacotes ICMP de vários tamanhos; quando um pacote chega ao host destino, todos os dados a serem transmitidos são fragmentados no tamanho deste pacote que alcançou o destino.
O processo de descoberta do MTU tem que ser dinâmico, porque o percurso pode ser alterado durante a transmissão dos datagramas.
No IPv6, um prefixo não fragmentável do datagrama original é copiado para cada fragmento. A informação de fragmentação é guardada num cabeçalho de extensão separado. Cada fragmento é iniciado por uma componente não fragmentável seguida de um cabeçalho do fragmento.
Múltiplos cabeçalhos
Uma das novidades do IPv6, é a possibilidade de utilização de múltiplos cabeçalhos encadeados. Estes cabeçalhos extra permitem uma maior eficiência, devido a que o tamanho do cabeçalho pode ser ajustado às necessidades. Também permite uma maior flexibilidade, porque podem ser sempre adicionados novos cabeçalhos para satisfazer novas especificações.
As especificações actuais recomendam a seguinte ordem:
- IPv6
- Hop-By-Hop Options Header
- Destination Option Header
- Routing Header
- Fragment Header
- Authentication Security Payload Header
- Destination Options Header
- Upper-Layer Header
Endereçamento
O endereçamento no IPv6 é de 128 bits, e inclui prefixo de rede e sufixo de host. No entanto, não existem classes de endereços, como acontece no IPv4. Assim, a fronteira do prefixo e do sufixo pode ser em qualquer posição do endereço.
Um endereço padrão IPv6 deve ser formado por um campo provider ID, subscribe ID, subnet ID e node ID. O node ID (ou identificador de interface) deve ter 64bits, e pode ser formado a partir do endereço físico (MAC) no formato EUI 64.
Os endereços IPv6 são normalmente escritos como oito grupos de 4 dígitos hexadecimais. Por exemplo,
2001:0db8:85a3:08d3:1319:8a2e:0370:7344
Se um grupo de vários dígitos seguidos for 0000, pode ser omitido. Por exemplo,
2001:0db8:85a3:0000:0000:0000:0000:7344
é o mesmo endereço IPv6 que:
2001:0db8:85a3::7344
Existem no IPv6 tipos especiais de endereços:
- unicast - cada endereço corresponde a uma interface (dispositivo).
- multicast - cada endereço corresponde a múltiplas interfaces. É enviada uma cópia para cada interface.
- anycast - corresponde a múltiplas interfaces que partilham um prefixo comum. Um datagrama é enviado para um dos dispositivos, por exemplo, o mais próximo.
Com o IPv6 todas as redes locais devem ter prefixos /64. Isso é necessário para o funcionamento da autoconfiguração e outras funcionalidades.
Usuários de qualquer tipo receberão de seus provedores redes /48, ou seja, terão a seu dispor uma quantidade suficiente de IPs para configurar aproximadamente 65 mil redes, cada uma com 264 endereços. É preciso notar, no entanto, que alguns provedores cogitam entregar aos usuários domésticos redes com tamanho /56, permitindo sua divisão em apenas 256 redes /64.
Estruturas de endereços de transição
Os endereços IPv6 podem ser mapeados para IPv4 e são concebidos para roteadores que suportem os dois protocolos, permitindo que nos IPv4 façam um "túnel" através de uma estrutura IPv6. Estes endereços são automaticamente construídos pelos roteadores que suportam ambos os protocolos.
Para tal, os 128 bits do IPv6 ficam assim divididos:
- campo de 80 bits colocado a '0' (zero)
- campo de 16 bits colocado a 'F'
- endereço IPv4 de 32 bits
Endereços IPv6 mapeados para IPv4:
::FFFF:<endereço IPv4>
Outras estruturas de endereços IPv6
Existem outras estruturas de endereços IPv6:
- Endereços de ISP - formato projetado para permitir a conexão à Internet por utilizadores individuais de um ISP.
- Endereços de Site - para utilização numa Rede Local.
Referências
- ↑ Request for Comments: 1752 (em inglês). Internet Engineering Task Force (janeiro de 1995). Página visitada em 18 de outubro de 2009.
- ↑ Request for Comments: 2460 (em inglês). Internet Engineering Task Force (dezembro de 1998). Página visitada em 18 de outubro de 2009.
- ↑ IPv4 Address Report (em inglês).
- ↑ NIST Special Publication 500-267 - A Profile for IPv6 in the U.S.Government – Version 1.0 (em inglês).
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/IPv6




